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Arquivo mensal: novembro 2012

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ACIDENTE TRATOR

 

Brasil tem o maior número de fatalidades com tratores e implementos agrícolas no campo

A mesma máquina que facilita o trabalho no campo se tornou uma das causas mais frequentes de acidentes e mortes no campo. Tratores e implementos agrícolas, quando utilizados sem a observação das normas de segurança, são a principal causa de fatalidades.

Conforme a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil é líder em número de acidentes fatais com esses equipamentos no meio rural. São cerca de 3 mil mortes por ano no país. E a cada três acidentes ocorridos, um ocasiona a incapacidade permanente do trabalhador. Geralmente, o excesso de confiança, a imprudência e a falta de treinamento estão por trás das tragédias.

– Eu não morri por milagre – conta o agricultor Osvaldo Otto, 61 anos, que em agosto sofreu acidente com o trator novo.

Com o distribuidor de esterco acoplado à máquina, o implemento caiu em um buraco na lavoura em declive, na propriedade de 60 hectares em Barão de Cotegipe, no norte do Estado. O distribuidor puxou a máquina para trás e o trator tombou. Sem cinto de segurança, o agricultor foi arremessado.

Um dos poucos instrutores de operação de máquinas agrícolas dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) no Estado, Osvaldo Rodrigues Júnior diz que os acidentes mais graves ocorrem justamente quando há queda ou capotagem do veículo.

– Na hora em que a máquina tomba, joga para fora o operador, que pode acabar embaixo do trator – explica Rodrigues Júnior.

O uso do equipamento em terrenos de aclive ou declive acentuado é outro fator de risco. Como a parte da frente é mais leve que a traseira, há o perigo de da máquina cair. Conforme Júnior, além de ignorar o aclive acentuado, muitos produtores ainda tomam atitudes perigosas na tentativa de estabilizar a máquina.

– Colocam bolsas de cimento e até pedaços de ferro na frente do trator para dar estabilidade e impedir a queda e, às vezes, o acidente é pior.

A mecanização das lavouras tornou mais rápido e eficiente o trabalho de milhares de agricultores brasileiros. A tecnologia permite que as avançou a ponto de algumas máquinas se parecerem com computadores.

Hoje, tratores e colheitadeiras já vêm de fábrica com equipamentos de segurança capazes de reduzir acidentes e evitar fatalidades. No entanto, a maior parte dos produtores rurais ignora as recomendações e corre riscos desnecessários.

– As máquinas evoluíram, mas a exigência de treinamento de quem vai operar e a fiscalização das normas não acompanharam – avalia o produtor e revendedor de máquinas agrícolas Isaquel Poletto, de Erechim.

Poletto aponta como um dos maiores problemas a falta de divisão das máquinas em categorias. A exigência para operar um trator básico é a mesma para uma colheitadeira de grande porte.

Atualmente, para dirigir máquinas agrícolas, é preciso ter carteira de habilitação categoria C. No entanto, os CFCs não têm treinamento específico para quem vai dirigir trator.

A orientação acaba saindo da revenda, obrigada a repassar os detalhes do equipamento. É assim que o técnico agrícola e especialista de gestão em agronegócios Leandro Rotava entrega os tratores na revenda onde trabalha em Erechim. Manual do veículo na mão, repassa toda a parte técnica e não se cansa de repetir as normas de segurança.

O perigo dos acidentes no campo não está só na queda de máquinas. A maioria dos implementos é dotada de muitas lâminas, facas e engrenagens capazes de mutilar.

– Uma proteção plástica vem de fábrica com o equipamento, mas é a primeira coisa que o produtor tira quando compra – conta Rotava.

Projeto quer mudar exigências para agricultores

A proposta do deputado federal Alceu Moreira (PMDB-RS) prevê habilitação categoria B e curso de formação profissional em substituição à exigência atual da habilitação categoria C – a mesma solicitada para dirigir caminhão. Para solicitar a carteira nesta categoria, hoje, o motorista precisa antes ter a habilitação B, aguardar um ano da permissão provisória, para só então solicitar a C.

– Isso faz com que a pessoa só dirija um trator depois de pelo menos um ano de experiência na direção de veículos automotores e curso específico para transporte de veículos de grande porte – salienta o instrutor Osvaldo Rodrigues Júnior.

No entendimento do deputado, no entanto, a legislação atual não condiz com a realidade e exclui profissionais experientes que só usam as máquinas na propriedade ou em trajetos curtos nas estradas.

– Os acidentes acontecem dentro das propriedades, onde a polícia não tem como fiscalizar. Eles não são ameaça à segurança do trânsito, até pela lentidão dos veículos agrícolas – explica Moreira.

O projeto foi aprovado pela Comissão de Viação e Transporte da Câmara e será avaliado pela Comissão de Constituição e Justiça. Se aprovado, vai para o Senado. A redução de exigência vale só para produtores e máquinas agrícolas. Para veículos de carga, terraplenagem ou pavimentação, os condutores continuariam com a exigência da carteira C, D ou E.

Para evitar acidentes

Especialistas ensinam como reduzir riscos:

— Use os equipamentos obrigatórios de proteção – botina, capacete (para tratores sem estrutura anticapotamento), colete refletivo, protetor auricular (para trator sem cabine), luva de couro, óculos de proteção e roupa apropriada.

— Confira o nível do óleo do motor, água, possíveis vazamentos, funcionamento dos freios e condições dos pneus.

— Verifique o terreno onde vai trabalhar. Quanto maior o trator, maior o risco de uma queda. Se a área estiver muito molhada, espere secar, pois o terreno pode ceder, ou ficar escorregadio a ponto de desestabilizar a máquina.

— Use sempre o cinto de segurança. Se o trator tombar, não tente pular fora, a estrutura anticapotamento do trator é construída para suportar todo o peso da máquina.

— Nunca mexa nas engrenagens da máquina sem desligar e tirar a chave de segurança da ignição.

— Não exceda a capacidade do equipamento, acoplando implementos maiores do que o trator é capaz de suportar.

— Não permita o uso do veículo por pessoa não habilitada e sem experiência, principalmente por crianças. Também não dê caronas.

— O trator não é meio de transporte para ir a bailes ou cidades, use estritamente no trabalho.

Fonte: Zero hora

 

Colisão entre um Carro e um Trator

283248_525959697416981_1637927697_n[1] 396663_525959420750342_824935356_n[1]Uma colisão lateral  entre um carro e um Trator, por volta das 18.30min desta segunda, 20, na Rodovia que liga  Penedo a Arapiraca  o  motorista  João Luiz Ferreira de 51 anos de idade residente em Igreja Nova que tem seu veiculo locado a secretaria de saúde da cidade que transporta  pacientes de hemodiálise as terça e quarta e ao sábado. De acordo com a Polícia Rodoviária (Posto SESI), o acidente aconteceu no povoado Pescocinho,  o veiculo. Besta de Placa MUH 4163 foi livrar um buraco na pista e colidindo lateral com um  trator que tinha como faróis só o lado direito funcionando,  Os passageiros da besta ,sofreram ferimentos leves foram medicados e liberados,  já o motorista da besta João Luiz Ferreira foi socorrido pelo corpo de bombeiros e a Samu sendo levado pra Arapiraca com fratura na perna  esquerda mais foi liberado, já o tratorista se evadiu do local  segundo as informações do Leo coordenador de Saúde de Igreja nova que estava presente.

Fonte: Jornal de Penedo AL

 

Carreta pega fogo após bater contra trator em rodovia de Itararé, SP

Acidente ocorreu na Francisco Alves Negrão nesta quarta-feira (22).
Trator estava parado no acostamento quando foi atingido.

Duas pessoas ficaram feridas em acidente entre uma carreta e um trator, em Itararé (SP). A batida ocorreu nesta quarta-feira (22) na rodovia Francisco Alves Negrão (SP-258).

De acordo com a Polícia Rodoviária, o trator estava parado no acostamento da via. O motorista da carreta, que estava carregada com material cerâmico, perdeu o controle da direção e atingiu o trator. Com o impacto, a carreta se incendiou.

Os motoristas dos dois veículos conseguiram fugir das chamas. Eles foram levados ao pronto-socorro da cidade e passam bem. O trânsito no local não precisou ficar interditado.

Fonte:  G1 Itapetininga e Regiã

 

Trator tomba e mata rapaz de 19 anos durante o trabalho em Descalvado

Tratorista estava na Fazenda Santa Carolina quando o acidente aconteceu. Jovem dirigia o trator quando perdeu o controle do veículo e tombou.

Um tratorista de 19 anos morreu depois que o trator que conduzia tombou sobre ele na manhã desta sexta-feira (23), na Fazenda Santa Carolina, na zona rural de Descalvado (SP).

Acidente aconteceu na Fazenda Santa Carolina, em Descalvado (Foto: Maurício Duch)Acidente aconteceu na Fazenda Santa Carolina,
em Descalvado (Foto: Maurício Duch)

Segundo informações da Polícia Militar, o jovem dirigia o trator quando, por motivos desconhecidos, perdeu o controle e o veículo tombou em cima dele. Ele chegou a ser socorrido, mas chegou morto ao hospital de Descalvado.

A perícia esteve no local para apurar as causas do acidente. De acordo com colegas da vítima,  ele estava adubando a plantação de café quando o veículo se desestabilizou em um desnível e acabou tombando sobre o rapaz.

Fonte: Portal G1

 

Acidentes com máquinas agrícolas preocupam

  Se não é alarmante, o número é, pelo menos, preocupante. Em três semanas, dois agricultores morreram em tombamentos dos tratores nos quais trabalhavam. No primeiro caso, ocorrido dia 24 do mês passado, em Alto Feliz, a vítima fatal foi Belgido Selito Dalmoro. No outro, no último dia 10, em Linha Nova, morreu Cláudio Bender. Imperícia dos condutores, falta de manutenção nas carretas agrícolas e nos tratores, enfim, o que pode provocar ocorrências desta natureza? Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Feliz, Nestor Carlos Bertuol fala sobre o assunto. Coordenador da defesa Civil, Valdir Comanduli também se manifesta a respeito.

Para o líder do órgão classista dos trabalhadores rurais, que tem extensão de base em Alto Feliz, Linha Nova e Vale Real, “acidentes com máquinas agrícolas não são muito comuns por aqui, onde as terras são mais planas. Eles ocorrem mais é na região da Serra”.
Conforme Nestor, em relação à utilização do trator, o agricultor inverteu a ordem das coisas. “Ele adaptou sua propriedade ao trator, quando deveria ocorrer exatamente o contrário. Em parreirais, por exemplo, o proprietário abre uma estradinha e nela o trator trabalha em caracol, de cima para baixo, às vezes em terreno muito úmido. Então, uma derrapagem pode fazê-lo cair fora da estrada”.
Atualmente, segundo Nestor, os tratores saem de fábrica com um toldo. Este, em caso de acidente, evita que a máquina fique com as rodas para o ar. ”Então, há apenas o tombamento lateral. Só que, nas parreiras, este equipamento é retirado”. Também os carretões agrícolas, conforme o líder sindical, são adaptados. “Isso facilita o transporte dentro das propriedades”, justifica Nestor.
Em geral, o proprietário pensa na produção,mas esquece da manutenção. A manutenção custa caro, mas a vida não tem preço”, disse Nestor, referindo-se à falta dos donos de terras com as condições de suas máquina.”A parte mecânica nem sempre é revisada”, conclui Nestor.

CAPACITAÇÃO
A prevenção de acidentes com máquinas agrícolas passa pela capacitação de quem com elas trabalha. Pelo menos, é o que pensa Valdir Comanduli, comandante também da Associação dos Bombeiros Voluntários de Feliz. “As revendas de máquinas deveriam oferecer um curso de capacitação para operadores de tratores e de carretões agrícolas. Os bombeiros não têm como fazer isso porque não estão preparados. Só lhes cabe, então, socorrer as vítimas,em casos de acidentes”.
Em relação às possíveis causas dos acidentes, ele considera que “a imprudência dos condutores pode ser uma delas. Por vezes, a carga das máquinas é maior do que a capacidade delas”. Para Valdir “os proprietários se preocupam com a produção, mas não com a segurança”. Aliás, sobre segurança, enfatiza que “a manutenção das máquinas é fundamental.

OS CASOS
No dia 24 de outubro, por volta das 19h, Belgido Selito Dalmoro, 55, retornava do trabalho, em São Pedro, Alto Feliz, para casa. Quando tentava subir em um pequeno morro, perdeu o controle do carreta agrícola, na qual transportava toras de madeira. A máquina, em marcha-ré, bateu em uma pedra tombou sobre o agricultor. Pouco depois, o corpo dele foi localizado por Dalva, sua esposa, que saíra a procurá-lo.
Já no último dia 12, na estrada Canto Bayer, em Linha Nova, a vítima fatal foi Cláudio Bayer, que cortava acácias nas terras de Carlos Brandt. Como ele não apareceu em casa para almoçar, Sandro, 22, seu filho, foi procurá-lo, encontrando-o sob o trator no qual trabalhava, que estava tombado.

Fonte; Jornal Visão do Vale

 

Cuidado redobrado

Com o andamento do plantio da soja na região, torna-se comum o tráfego de maquinários agrícolas nas rodovias. A prática perigosa pode resultar em sérios acidentes, como o que ocorreu no fim de semana em Augusto Pestana. O perigo é considerado maior nas rodovias estaduais, já que vários trechos não têm acostamento. Uma das principais preocupações é com o trânsito de colheitadeiras, que ocorre principalmente em março e abril, pois, além das máquinas tomarem conta das rodovias, por serem muito grandes, trafegam em velocidades bem abaixo a de outros veículos.
Conforme o sargento Douglas Santos, da Polícia Rodoviária Estadual de Cruz Alta, para trafegar em rodovia, os veículos agrícolas devem estar embarcados. “Todo o veículo que trafegar em rodovia deve ser registrado ou licenciado, o que não é o caso dos implementos agrícolas. Já está tramitando há algum tempo, e inclusive já tem uma resolução, que prevê o emplacamento desses veículos novos”, destaca.
O sargento ressalta que, como a área é de cultivo agrícola, a rodovia é muito utilizada neste período do ano. “Mas é um transporte irregular, não pode. O agricultor que fizer uso da rodovia para fazer esse tipo de transporte vai arcar com as consequências”, enfatiza, lamentando o acidente fatal que ocorreu na região envolvendo maquinário agrícola.
Para o sargento, o risco maior é o das máquinas agrícolas que trafegam à noite, sem sinalização. “Tem que haver a conscientização quanto à responsabilização e de que não é permitida a trafegabilidade na rodovia, apenas embarcados”, salienta.
Já o tráfego de tratores pequenos é permitido pelo acostamento, em curta distância e durante o dia, mas o condutor deve ser devidamente habilitado para o veículo, possuindo pelo menos a Carteira de Habilitação na categoria C. Onde não há acostamento, é indicado que os tratores sigam o mais próximo possível da margem direita da pista. Toda máquina agrícola, para trafegar em uma rodovia, deve respeitar a Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997,, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Fonte: Jornal da Manhã JM

 

Colisão traseira envolvendo trator deixa uma vítima fatal

Conforme informações da Polícia Militar Rodoviária (PMR), por volta das 20h de sábado foi acionada a comparecer no quilômetro 16 da rodovia MGC 455, próximo à cidade de Pirajuba (MG), onde solicitante informava ter ocorrido um grave acidente. Chegando no local os militares constataram que o veículo GM Cobalt, cor azul, placas NYC-4819 de Pirajuba, havia batido violentamente na traseira do trator Ford 6630, de cor azul, tracionado com um pulverizador. No banco do passageiro do GM Cobalt, já sem vida, estava Celso Afonso Andre, 59 anos, morador de Pirajuba (MG). O condutor do trator J.B.F., 43 anos e do GM Cobalt, o agricultou R.R.S., 50 anos, já haviam sido socorridos por terceiros e levados até um posto de saúde em Pirajuba. Testemunhas relataram que os dois veículos seguiam na mesma direção quando, ainda não se sabe o motivo, ocorreu à colisão. Os militares deslocaram até o posto de saúde no intuito de localizar os motoristas, porém, não foram encontrados. O médico que os atendeu disse que sofreram apenas ferimentos leves e que não notou sintomas de embriaguez em ambos. A perícia técnica da Polícia Civil compareceu no local e registrou o fato para futuro laudo. O rabecão do Instituto Médico Legal (IML) trouxe o corpo para ser necropsiado em Uberaba e depois foi liberado para família fazer o velório e sepultamento. O veículo trator foi apreendido por transitar pela rodovia e agravado por ser à noite sem sinalização. Já o veículo GM Cobalt foi apreendido devido seu condutor não ter sido encontrado.

Fonte: JM On line Uberaba

 

Despiste de trator faz um morto

UDespiste de trator faz um morto Um homem de 65 anos morreu ao início da tarde desta segunda-feira em S. Cosme, Famalicão depois do trator que conduzia se ter despistado. A vítima foi encontrada por um automobilista que se dirigia para o trabalho.

Segundo as informações que o JN conseguiu recolher no local a vítima mortal teria ido buscar um carregamento de estrume e depois de engatar o atrelado apenas circulou alguns metros até se despistar.

Uma das rodas dianteiras do trator, segundo apuramos, estaria por cima da anca da vítima que, de acordo com o automobilista, já estaria morta quando se deparou com a situação.

A vítima mortal residia em Gavião mas frequentemente ia a S. Cosme uma vez que possuía ali campos agrícolas.

Os Bombeiros de Famalicão e a GNR estiveram no local assim como o Núcleo de Investigação de Acidentes de Viação.

Fonte: Jornal de Notícias Portugal

 

Acidente aconteceu às 21h40 deste sábado, 17, na ERS 522, Km 26, rodovia Ijuí – Augusto Pestana e vitimou Cleber dos Santos da Luz, de 27 anos. Moto pegou fogo e ficou completamente destruída. Motociclista faleceu no local.
A colisão na traseira do trator-plantadeira vitimou Cleber dos Santos da Luz, de 27 anos, que havia vindo a Ijuí onde comprou leite em pó para seu filho que está internado no Hospital de Augusto Pestana. Na volta, aconteceu a colisão. Na imagem, o trator-plantadeira (E), a motocicleta destruída pelo fogo e o corpo coberto do motociclista e junto a lata de leite em pó em um saquinho de plástico. Foto: Deise Hagel (Clique na imagem para ampliá-la)A colisão na traseira do trator-plantadeira vitimou Cleber dos Santos da Luz, de 27 anos, que havia vindo a Ijuí onde comprou leite em pó para seu filho que está internado no Hospital de Augusto Pestana. Na volta, aconteceu a colisão. Na imagem, o trator-plantadeira (E), a motocicleta destruída pelo fogo e o corpo coberto do motociclista e junto a lata de leite em pó em um saquinho de plástico. Foto: Deise Hagel (Clique na imagem para ampliá-la)

Um acidente como vítima fatal aconteceu na noite deste sábado, 17, às 21h40, nas imediações da entrada do Parque de Exposições de Augusto Pestana.

O motociclista Cleber dos Santos da Luz , 27 anos , pedreiro, que residia no bairro Esperança, em Augusto Pestana, veio a Ijuí comprar leite em pó para seu filho que está internado no Hospital do município.

No retorno a Augusto Pestana, o motociclista veio a colidir na traseira do trator-plantadeira que estava sendo conduzido pelo agricultor Gelson Volnei Callai, que estava a 50 metros da entrada da sua propriedade, na localidade de Bom Progresso e que saiu ileso.

Com o impacto na plantadeira, que ficou danificada,  a motocicleta, placa NBX – 4443,   pegou fogo e foi completamente destruída pelas chamas.

Já o motociclista Cleber dos Santos da Luz veio a falecer no local do acidente. O reconhecimento do corpo foi feito por sua esposa, irmã e cunhado.

O condutor do trator, Gelson Volnei Callai, foi submetido ao teste do bafômetro que não acusou presença de álcool.

O acidente foi atendido por uma equipe do SAMU de Ijuí, Polícia Rodoviária Estadual de Cruz Alta e Brigada Militar de Augusto Pestana. Também a Polícia Civil de Ijuí e IGP de Santo Ângelo estiveram no local e trabalharam na ocorrência.

 

 
 
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