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Arquivo mensal: novembro 2013

CARACTERIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ACIDENTES COM MÁQUINAS AGRÍCOLAS NAS MACRORREGIÕES DO ESTADO DO CEARÁ

    A maioria dos acidentes com máquinas agrícolas acontece durante o deslocamento em rodovias entre as áreas de cultivo para execução das atividades agrícolas e também com a utilização desses tratores como transporte de insumos até a propriedade ou do ponto de distribuição.

    A parceria realizada entre o Laboratório de Investigação de Acidentes com Máquinas Agrícolas – LIMA da Universidade Federal do Ceará e a Polícia Rodoviária Estadual – PRE foi possível montar um banco de dados dos acidentes envolvendo máquinas agrícolas nas rodovias estaduais do estado do Ceará.

    Para realização deste estudo, estudantes pertencentes ao Laboratório de Investigação de Acidentes com Máquinas Agrícolas – LIMA, analisaram dados fornecidos pela PRE- Policia Rodoviária Estadual do estado do Ceará no período compreendido entre janeiro de 2008 a maio de 2012.

    De posse dos dados dos acidentes foi possível identificar, caracterizar e distribuir os acidentes nas macrorregiões do estado do Ceará e suas respectivas causas e classificar quanto à gravidade e a quantidade de vítimas.

GRAVIDADE DOS ACIDENTES NAS RODOVIAS ESTADUAIS

    Apesar do número ser pequeno se compararmos a quantidade de acidentes com outros veículos, observamos porém, que a gravidade dos acidentes envolvendo tratores nas rodovias estaduais do Ceará, forma significativas, conforme observamos no gráfico abaixo.

Figura 1 Gravidade dos acidentes nas rodovias estaduais

 

TIPO DE ACIDENTE NAS RODOVIAS ESTADUAIS DO CEARÁ

    Quanto ao tipo de acidente nas rodovias estaduais do Ceará, 10 foram  por colisão, 2 por tombamento, 1 uma colisão seguida de capotamento. Analisando o gráfico podemos constatar que a maioria dos acidentes é ocasionada por colisão, provavelmente, devido a baixa velocidade desenvolvidas pelos tratores agrícolas em relação aos automóveis e demais veículos que circulam nas vias.

Figura 2 Tipo de acidente nas rodovias estaduais do Ceará.

NÚMERO DE ACIDENTES POR RODOVIA ESTADUAL

    A distribuição dos acidentes nas rodovias do estado do Ceará, são apresentadas no gráfico abaixo.

Figura 3 N° de Acidentes por rodovia estadual do Ceará

 

GRAVIDADE DOS ACIDENTES NAS RODOVIAS ESTADUAIS DO CEARÁ

    A gravidade dos acidentes nas rodovias estaduais do Ceará, onde podemos constatar que do total de 13 acidentes ocorridos nas rodovias estaduais do Ceará, em 8 acidentes com vítimas e 5 acidentes sem vítimas.

Figura 4 Tipo de acidentes nas rodovias estaduais do Ceará

 

 

NÚMERO DE ACIDENTES POR MACRORREGIÃO NO ESTADO DO CEARÁ

    Observamos dos 13 acidentes ocorridos nas rodovias estaduais do Ceará, 4 acidentes ocorreram na macrorregião de Baturite, 3 acidentes na macrorregião Cariri-Centro Sul, 2 acidentes nas macrorregiões Região Metropolitana de Fortaleza e Sobral-Ibiapaba, 1 acidentes nas macrorregiões de Litoral Leste-Jaguaribe e Sertão Central, respectivamente, e não ocorreram acidentes nas macrorregiões do Litoral Oeste e Sertão do Inhamuns.

Figura 5  N° de acidentes por macrorregião no estado do Ceará

 

MAPA DA DISTRIBUIÇÃO DOS ACIDENTES NAS MACRORREGIÕES DO ESTADO DO CEARÁ

    O mapa da distribuição dos acidentes nas macrorregiões do estado do Ceará onde podemos constatar que ocorreram um total de 13.

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    É relevante a situação de acidentes envolvendo máquinas agrícolas nas rodovias estaduais do Ceará, fazendo-se necessário a adoção de medidas preventivas, tais como, campanhas educativas de trânsito, ações de conscientização e capacitação dos operadores de tratores agrícolas, além de uma fiscalização mais efetiva.

Autor: José Evanaldo Lima Lopes

 
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Coletânea de Acidentes com Colhedora de Cana

 

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Septuagenário sofreu acidente com tractor em Guimarães

 
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Coletânea de Vídeos de Acidentes com Tratores

 

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Menina de 6 anos que teve parte do couro arrancada por trator terá alta

     A menina Talyta Carvalho Lamberty estava em um pequeno trator com o pai, na propriedade rural da família, quando caiu e ficou com o cabelo preso em uma peça do veículo. O acidente aconteceu quando ela voltava da lavoura com o pai, no interior de São Francisco de Assis, como mostra a reportagem do Jornal do Almoço, da RBS TV. “No momento, ele não viu porque estava dirigindo. Ele não sabe como ele desligou aquela máquina para socorrer ela. Ele pegou ela, mas ela já estava sem o cabelo. Ele não conseguiu saber como foi, mas a gente acha que pegou a ponta do cabelo e puxou”, conta a mãe da menina, a agricultora Amelia Gonçalves de Carvalho. Por causa da gravidade da lesão, Talyta foi transferida para um hospital de Santa Maria e depois para outro em Porto Alegre. Médicos de várias especialidades cuidaram dela. A menina passou por mais de 15 cirurgias, principalmente enxertos de pele, para refazer o couro cabeludo.

“Lamentavelmente, o caso dela teve uma perda de quase 90% do couro cabeludo. Ela só ficou com uma área de quatro a cinco centímetros de couro cabeludo e cabelo. Então, é uma área que nunca mais vai ter cabelo”, diz o medito Renato Matta Ramos, especialista em microcirurgia.

Menina precisa de ajuda para continuar tratamento (Foto: Reprodução/RBS TV)

Fonte: G1 Rio Grande do Sul

 

Acidente com trator mata sexagenário em Mogadouro

    Liminha3 Um acidente com um trator provocou esta terça-feira a morte a um homem de 65 anos junto a Paradela, no concelho de Mogadouro. O alerta para os bombeiros foi dado cerca das 17 horas e o homem “estaria a realizar trabalhos agrícolas quando o acidente aconteceu”, referiu a mesma fonte.

     No local, os bombeiros de Mogadouro procederam, em vão, a manobras de reanimação. Na operação de socorro estiveram 10 elementos dos bombeiros, apoiados por quatro viaturas, uma ambulância de suporte imediato de vida e uma equipa médica.

     Segundo o comandante dos bombeiros, a viatura foi encontrada “direita” pelo que se desconhece a causa do acidente.

A GNR local tomou conta da ocorrência.

FONTE: Jornal de Notícias

 

RISCOS NA UTILIZAÇÃO DE MECANISMOS DE ENGRENAGENS

     Medidas de prevenção devem ser adotadas quando se trabalha com mecanismos de engrenagens acionados pela máquina e que podem entrar em contato com qualquer parte do corpo do operador, incluindo o cabelo ou a roupa de trabalho, estes mecanismos, devem ser adequadamente protegidos. Em qualquer caso, é necessário recolocar os dispositivos de segurança quando forem removidos, depois de fazer  ajustes ou reparos. Infelizmente, tem sido uma prática comum a retirada dos dispositivos e das proteções de segurança, acreditando-se por parte dos operadores ser um mecanismo desnecessário, que dificulta as operações de manutenção e reduz a eficiência do trabalho. Conhecer os pontos de perigo, localizá-los na máquina, é um fator importante para a redução dos acidentes com este tipo de mecanismo, após conhece-los, evite abordá-los quando a máquina está em funcionamento, evitando assim fazer qualquer intervenção. Havendo necessidade aguarde até que a máquina seja desligada e todas as peças imobilizadas, assim podemos reduzir os acidentes com estes mecanismos.

ARMADILHA OU PONTOS DE FIXAÇÃO

     Cada componente de uma máquina rotativa é um ponto de potencial aprisionamento, embora seja o eixo cardã o principal elementos responsável por acidentes devido ao aprisionamento. Muitas vezes, um fio basta para começa a arrastar  uma peça do vestuário ou partes do corpo do operador, como uma luva, Uma simples linha pode ocasionar um grave acidente.

 

     Nestes casos, se a roupa possui as fibras mais fortes, partes do corpo do operador são tracionados e enrolados em torno do eixo, pois a rotação e força é tal que poucas pessoas conseguem escapar de tracionadas para o eixo em movimento. Com a rotação do dispositivo, a pessoa que for pega pode ter arrancada os braços ou as pernas, podendo vir a óbito e tudo isso acontecendo em uma fração de segundo. Se a roupa se rasgar, os feridos têm uma pequena probabilidade de escapar com algumas lesões, mas geralmente as roupas trabalho são bastante resistentes e podem suportar este tipo de evento. Um acidente como este também pode acontecer a quem tem cabelos compridos, as vezes, um simples descuido do operador possa e o cabelo é enrolado em torno do eixo ou de peças das máquinas  em movimento o que pode causar lesões graves e permanentes.

Cuidado com as extremidades do eixos que não possuem proteção

     Os eixos de transmissão lisos, muitas vezes parecem inofensivos. Note-se, no entanto, que também podem enrolar o vestuário, especialmente se as superfícies estão rugosas, ásperas devido à oxidação, ou o acúmulo de sujeira.

     Os molinetes e ancinhos das colhedoras também são considerados perigosos. Por causa de seu papel devem estar descobertos para alcançar as plantas e recolhe-las por isso a probabilidade de que haja um acidente com os eixos em movimento são grandes.

MEDIDAS PREVENTIVAS A TOMAR EM PONTOS DE APRISIONAMENTO E TRAVAMENTO

     A tomada de força de tratores devem ser protegidas por um escudo localizado acima da ponta, e um revestimento protetor que serve quando a máquina não estiver sendo usado.

     Quando a tomada de força (PTO) não está sendo usada, deve ser colocada a proteção. Através do uso de protetores aprovados, os perigos dos eixos de transmissão de força são mínimos. Em caso de danos estes protetores devem ser substituídos imediatamente. É importante notar que, em muitas fazendas essas proteções são removidas, este é um erro cometido  frequentemente e que pode ser explicado pela falta de informação e consciência dos riscos que tal ação pode trazer ao operador.

EIXO DE TRANSMISSÃO DE FORÇA (PTO)

     O eixo de transmissão de força (PTO) tem, em cada extremidade, uma união de cardãs, sendo o conjunto envolto por uma capa protetora. Esses eixos de transmissão de força são a fonte de muitos acidentes e ele foi incluído no grupo das “MÁQUINAS PERIGOSAS.”

Para reduzir as margens de risco é obrigatários seguir as recomendações abaixo:

 – Manter as proteções dos eixos no lugar

– Caso estejam danificados substituí-los imediatamente.
– As proteções devem permanecer fixadas através de sistemas anti-rotação, constituídos por uma embalagem de proteção e a extremidade equipada com dobras de proteção.

     Aliado a esses cuidados a informação e a conscientização dos operadores contribuirão pra a redução dos acidentes com mecanismos rotativos.

Autor: Prof. Dr. Leonardo Monteiro

 

Trator Desgovernado Atinge Casa e Escritório em Bambuí

    Um trator desgovernado atingiu um prédio, onde funcionava um escritório de contabilidade, e uma casa na manhã desta quarta-feira (13) na Rua Francisco Machado, no Centro de Bambuí.

    Segundo a Polícia Militar, três pessoas estavam no escritório no momento do acidente e uma delas precisou ser levada ao hospital da cidade.

    De acordo com a PM, o motorista relatou que o comando do trator desligou de repente e, com isso, ele perdeu o controle da direção. Ele descia por uma rua de declive acentuado quando a falha ocorreu. Ainda segundo a Polícia Militar, a vítima atingida teve ferimentos leves.

Fonte: G1

 

CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES ENVOLVENDO TRATORES

     A busca constante em atenuar o árduo trabalho na terra e à crescente demanda de produtos agrícolas exige uma intensa modernização deste setor e, consequentemente uma crescente necessidade de utilização de máquinas, visando facilitar o trabalho e obter maior produção. Nesse contexto, o trator é uma máquina indispensável para o setor, pois como define Schlosser, o trator é uma unidade móvel de potência em que se acoplam implementos e máquinas com diversas funções, tendo suas características voltadas para o uso nas operações agrícolas. 

Se por um lado o aumento constante de unidades dessa máquina fundamental para o setor agrícola pode facilitar o trabalho e melhorar a produção, por outro, certamente irá causar um aumento no número de acidentes relacionados à função, principalmente se não forem intensificadas campanhas de orientação sobre regras básicas de operação, medidas de segurança e prevenção de acidentes. Existem referências na literatura afirmando que a utilização intensa de máquinas agrícolas ampliou consideravelmente os riscos a que estão sujeitos os trabalhadores rurais, e mais de 60% das mortes ocorridas em acidentes de trabalho no setor agrário são consequências da mecanização agrícola. Silva & Furlani, referem que o trator é um dos elementos envolvidos na maior parte dos acidentes graves ocorridos no setor.

Em todo o mundo, vários estudos reportam a incidência de acidentes na agricultura, salientando dados como: envolvimento ou não das máquinas, tipo de trauma, idade dos acometidos e principalmente o modo de ocorrência, objetivando basicamente analisar e estabelecer medidas de prevenção das lesões. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, o trabalho agrícola é uma das ocupações de maior risco, sendo que as máquinas estão envolvidas em grande parte dos acidentes. Dados recentes do Departamento de Agricultura (2008) americano, afirma que acidentes com tratores, têm sido identificados como a principal causa de morte ou lesão incapacitante em trabalhadores rurais.

Na Figura 1 observamos que dentre os acidentes com máquinas agrícolas na região do centro-oeste paulista, que estão incluídas: picadeira de cana, misturador de ração, moto-serra, roçadora e trator, os mais frequentes foram com tratores (16 casos), representando 65% de todos esses acidentes no ano de 2009.

     Observamos que na maioria dos casos (63%) dos acidentados moravam na cidade e trabalhavam na zona rural. Notamos que em relação à moradia e local de trabalho, os acidentados envolvidos em operações com tratores também seguem um padrão semelhante aos das outras atividades na agricultura, isto é, predominância de indivíduos que residem na cidade e trabalham na zona rural.
Os principais mecanismos onde ocorreu a lesão estão representados na Figura 3,
notamos que o mais frequente foi relacionado ao cardã do trator (37,5%). Nesses casos, o acidentado foi tracionado para a tomada de força através da vestimenta que se enroscou no cardã, ou o indivíduo escorregou e caiu sobre o mesmo. A segunda causa mais freqüente dos acidentes foi capotamento, isto é, o trator tombou sobre o paciente (25%), percentuais estes muito parecidos em diversas regiões do país.

     Observando a Tabela 1 podemos notar que as lesões ocasionadas pelos acidentes com tratores são muito graves, sendo que muitos acidentados apresentaram múltiplas lesões.

 

     Entre as máquinas agrícolas, o trator é considerado o maior causador de acidentes, isso se deve ao fato de o mesmo ser a principal fonte de potência para tracionar os mais diversos tipos de equipamentos, mas as máquinas atuais são bastante seguras, sendo a falta de treinamento, falta de conscientização dos operadores os principais fatores que tem contribuído para a ocorrência do acidente

Artigo do Coordenador do LIMA Prof. Dr. Leonardo Monteiro

 

Conheça seus limites

O fator humano

     Limitações humanas são a causa da maioria dos acidentes. Estas limitações dependem  da natureza de cada indivíduo e são relacionadas a problemas físicos, fisiológicos e psicológicos.

Limitações físicas

Regras Gerais

     • É importante conhecer as suas próprias limitações físicas para o trabalho a ser executado, reduzindo assim o risco de acidentes.
• As características individuais influenciam tais limitações físicas (peso, dimensões, desenvolvimento muscular, idade, atividade de formação, etc)

     Em qualquer caso, a força que uma pessoa normal pode exercer, esta relacionada com o período em que se aplica esta força. Um homem trabalhando de maneira contínua pode desenvolver uma potência de 70-140 W, enquanto que de maneira instantânea pode chegar a mais de 3000 W. Para realizar o trabalho com segurança,exige-se a participação ativa dos sentidos, especialmente a visão, que controla 90% do nosso trabalho, e a audição. Ao se forçar a visão podem ocorrer dores de cabeça, fadiga e cansaço.

     O ouvido é adaptado a uma grande variedade de situações de som, embora a sua capacidade de percepção é afetada com a idade e pela exposição continuada a sons de elevada intensidade. Jovens inexperientes e idosos com capacidade física reduzida pela idade têm maior risco de sofrer acidentes.

Recomendações de Segurança

Para trabalhar com segurança evitando a fadiga, recomendamos:
Posicionar-se no posto de trabalho numa posição cômoda, confortável;

    Conhecer e trabalhar dentro de suas próprias limitações ( tamanho, idade, força, etc.) e utilizando 25% da aptidão muscular, pode-se trabalhar por um período de tempo maior.

    Fazer pausas frequentes e de curta duração durante a jornada de trabalho.

    Nunca superestimar sua habilidade de reação, precisamos sempre de 1 / 3 de segundo para iniciarmos a reação.

    Nos controles e contatos entre o homem e a máquina, respeitar as condições ergonômicas (dimensional e outros), fazendo com que o individuo possa executar o manejo da máquina de forma segura.

    A plataforma de operações deve ter as seguintes características:

    Alavancas e pedais dispostos de maneira acessível no posto de trabalho.

     As alavancas e controles devem exigir esforços de acionamento compativeis com o  tipo de trabalho, e proporcional ao elemento do corpo que vai acioná-la.

     Os controles da máquina devem ter uma resposta logica para a ação que os aciona.

     Associação de cores dos dispositivos e controles informando os riscos, ou aviso de situações de perigo (vermelho, amarelo, verde, etc.)

     Apoio e assentos confortáveis, coerente com a posição de trabalho e ajustável ao peso e as dimensões da pessoa que ocupa.

O acesso confortável e seguro, com suporte para mãos e pés.

 
 
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